GESTOR: Conheça a Rename 2020

Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) é divulgada a cada dois anos

O acesso aos medicamentos essenciais constitui um dos eixos norteadores das políticas de medicamentos (Portaria GM nº 3.916, de 30 de outubro de 1998) e de assistência farmacêutica (Resolução CNS nº 338, de 6 de maio de 2004).

Os medicamentos são a intervenção terapêutica mais utilizada e constituem uma tecnologia que exerce alto impacto sobre os gastos em saúde. Portanto, é fundamental ao Sistema único de Saúde (SUS) que o processo de sua incorporação esteja baseado em critérios que possibilitem à população o acesso a medicamentos mais seguros, eficazes e custo-efetivos, para atendimento aos principais problemas de saúde dos cidadãos brasileiros.

Nesse sentido é que o Ministério da Saúde reafirma a relevância da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), um elemento técnico-científico que oriente a oferta, a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS.

A última edição da Rename está dividida em quatro seções. Na seção A, estão os componentes Básico, Estratégico e Especializado; além dos Insumos e dos Medicamentos de Uso Hospitalar. A seção B traz a Classificação Anatômica Terapêutica Química. Na seção C, os itens são apresentados em ordem alfabética e, na seção D, constam as modificações da lista em relação à edição anterior, organizadas de acordo com as inclusões, exclusões e alterações.

Acesse a RENAME 2020.

Edição: Luiz Sérgio Dibe

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